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Os nossos whippets

O cachorro

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O whippet cachorro • Quer mesmo um whippet? • Os dez mandamentos 

Mas whippet porquê?Cão ou cadela?Criadores

A chegada do bébéO xi-xi e o cócóRoerAlimentaçãoRegime alimentar

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O whippet cachorro

 

O whippet cachorro não se distingue substancialmente das outras raças no que respeita ao seu comportamento. É enérgico, brincalhão, demonstrando muito cedo uma grande agilidade. E tem um apetite devorador.

 

Quer mesmo um whippet?

Colocando a questão de outra forma: quer mesmo um cão?

 

A decisão de se ter um cão, em muitas situações, é tomada de forma irresponsável e leviana. As motivações das pessoas são diversos: a moda de se ter um cão, o desejo manifestado pela criancinha de ter cão porque o colega tem um, a prenda de aniversário e os olhares irresistíveis e sedutores dos cachorrinhos.

 

A aquisição de um cão levanta um conjunto de problemas que interessa ponderar antes de se tomar a decisão.

 

Para que quer o cão? Para companhia? Para guarda? Para a caça? Para tudo isto?

Quem lhe faz companhia? Conta deixá-lo sozinho em casa durante muito tempo?

E quando chegarem as férias? Vai levá-lo? E já ponderou sobre as despesas de manutenção (Alimentação, vacinas, veterinário, etc.)?

 

Não se pretende pintar um quadro negro com estas questões. Pretende-se apenas alertar que um cão não é um brinquedo ou um objecto de consumo que se deita fora quando passou o entusiasmo aquando da sua posse. É necessário ter presente que a compra ou adopção de um cão constitui uma atitude irreversível.

Contudo, na maior parte das situações, cria-se um afecto imediato pelo novo membro da família. É o próprio cachorro que vai fomentando e despertando em nós esse afecto através das suas travessuras, da sua meiguice e de uma enorme dedicação.

 

Os dez mandamentos

1- Ter plena consciência de que quer ter um cão;
2 - Saber que raça de cão se adequa a si;
3 - Ter condições físicas para cuidar dele;
4 - Ter condições morais para ser responsável pelo novo companheiro;
5 - Estar disposto a compreender e aceitar que o cão também tem personalidade e feitio próprios e que poderá ensinar-lhe muitas coisas;

6 - Ter consciência de que há que cuidar de todas as suas necessidades de higiene e saúde;
7 - Saber que o animal nunca o abandonará e provavelmente vai viver muitos anos;
8 - Vai ter de dedicar algum tempo à educação e sociabilização do cão;
9 - Perceber que o cão é o espelho do dono;
10 - Perceber e cumprir as nove regras anteriores e.... NÂO O ABANDONAR NUNCA!

 

Mas whippet porquê?

O whippet é um cão por excelência para se ter num apartamento. Os seus predicados já foram referidos na página “Perfil”. Contudo, deve ter-se em atenção que esta raça necessita de exercício. O whippet gosta de correr. Ele próprio faz isso por sua iniciativa, principalmente se estiver acompanhado com outros seus iguais.

Por isso, é necessário prever a possibilidade de lhe proporcionar um espaço amplo no exterior para esses exercícios.

 

Cão ou cadela?

Por norma, a cadela é mais meiga e menos dominante. Isto aplica-se a todas as raças. Contudo, dado o temperamento dócil do whippet, não vale a pena entrar com estes factores em consideração na escolha.

A cadela é mais franzina e elegante; o cão é mais corpulento e possante...

 

Criadores

A escolha de um bom criador é fundamental. A maioria das pessoas não está suficientemente informada sobre esta matéria. Existem criadores conscientes e sérios, cuja actividade é mais movida pela paixão que nutrem pela raça e sua preservação dentro do estalão estabelecido, do que pelo lucro. Em contrapartida, existem “produtores” de cães cujo objectivo é meramente comercial.

A criação de cães envolve muita investigação, muitos investimentos, muita dedicação e acima de tudo uma grande paixão. O lucro se vier é por acréscimo.

 

A chegada do bébé

O whippet de tenra idade, com dois ou três meses, adapta-se perfeitamente ao novo lar. Mas tendo sido assim separado bruscamente da mãe e dos irmãos, é necessário compensá-lo de alguma forma logo de imediato e nos primeiros dois ou três dias.

 

A principal dificuldade consiste na dormida nocturna. Só muitos meses mais tarde eles se habituarão a passar uma noite inteira sem problemas. Mas nos primeiros tempos eles acordam várias vezes durante a noite e é necessário ter um pouco de paciência. Convém colocar na sua cama, por exemplo, uma manta que tenha vindo do seu anterior leito para através do olfato sentir algo de familiar.

 

Mesmo assim, à falta do aconchego da mãe e dos irmãos, ele vai choramingar e pedir companhia. E aqui deve iniciar-se desde logo a educação do cachorro. Por muito que custe não se deve ceder aos seus caprichos. O cachorro mesmo nesta tenra idade, tal como as crianças, vão medindo forças, tentando ganhar terreno e levar a deles avante. Cedendo agora, dificilmente de corrigirá mais tarde.

 

O xi-xi e o cócó

Necessidades fora do sítio? Inevitável. Pelo menos durante uns tempos.

 

Logo de início devem colocar-se folhas de jornal num ou dois locais da casa mantendo uma das folhas ligeiramente humedecida com urina para, através do olfato, esse “dispositivo” os motivar a fazer lá. O próprio cheiro do jornal, sem ser humedecido, já é bastante convidativo para o efeito. Mas apesar deste cuidado, nos primeiros dias o cachorro vai fazendo onde lhe apetece. Por instinto, normalmente ele nunca faz perto do local onde dorme e muito menos na sua cama. Portanto, as folhas de jornal devem colocar-se a uma certa distância, mas sempre ao seu alcance.

 

Uma forma de o habituar é colocá-lo sobre os jornais imediatamente antes de ele dar sinais de que vai fazer. E que sinais? Quando ele começar a andar de cabeça baixa e um pouco aos zig-zagues ou às voltas é um sintoma de que está com vontade. Também, logo a seguir a comer, o cachorro normalmente tem necesidade de evacuar. Com estes sinais, pega-se de imediato nele, põe-se sobre os jornais e logo a seguir a ter feito faz-se-lhe uma festa como recompensa.

  

NUNCA castigar o cachorro por ter feito fora do sítio. Ele entenderá que foi castigado por ter feito e não por ter feito fora do sítio.

NUNCA chegar o focinho do cachorro às fezes ou à urina quando ele fez fora do sítio. Isto é uma violência absolutamente desnecessária. Tal como na situação anterior, ele entenderá isso como uma penalização apenas por ter feito as necessidades. Só isso.

Gradualmente, deve adoptar-se por um único local da casa para colocar os jornais.

Nos casos em que haja um espaço exterior (quintal ou terraço) deve facultar-se a visita a esses locais, pois assim habituam-se cedo a fazer no exterior.

 

Roer

Todos os cachorros têm uma necessidade absoluta de roer e o whippet não constitui excepção. Esta tendência mantém-se durante algum meses mas cessa antes mesmo de atingir um ano de idade, quando a dentição já foi totalmente substituída.

 

O principal inconveniente é a destruição que ele provoca. Tudo lhe serve para roer, desde o comando da televisão, as pernas das cadeiras, o calçado, o estofo do sofá e, enfim, todos os objectos dos mais variados.

 

NUNCA se deve castigar o cachorro, mas sim estar-se atento e tirar do seu alcance tudo o que for susceptível de ser roído. Em compensação deve oferecer-se-lhe determinados brinquedos especialmente concebidos para ele se entreter.

 

Há muitos à venda nas lojas especializadas. Um produto que merece especial referência é o chamado osso artificial feito à base de pele enrolada e endurecida de vaca. Um osso natural de vaca previamente cozido também é uma solução.

 

Alimentação

Parte-se do princípio que o cachorro não é retirado da mãe antes dos dois meses e meio de idade, período durante o qual a sua alimentação é feita através do leite materno, alimento insubstituível por conter não apenas os nutrientes indispensáveis, como também defesas contra agentes infecciosos.

 

No início do segundo mês é a altura de irem sendo introduzidos os alimentos secos, ainda apenas como complemento e nunca substituindo o leite.  

Nos primeiros dois ou três dias, chegado à sua nova casa e na fase de adaptação, pode dar-se um pouco de leite de vaca, por exemplo na primeira refeição do dia e basear a sua dieta no alimento seco: a ração, que inicialmente pode ser amolecida com um pouco de leite.

 

O whippet cachorro é bastante esfomeado. Por princípio não é necessário recorrer a estratagemas para o convencer a comer. Por isso deve aproveitar-se o seu apetite para o habituar desde logo a comer apenas ração.

A ração própria para o cachorro é completa e, por princípio, não necessita de quaisquer aditivos ou complementos. A serem administrados, deverão ser receitados pelo médico veterinário.

 

Tal como se referiu em relação ao cão adulto, a maior parte das pessoas não toma os cuidados atrás descritos. A título excepiconal começam por dar-lhe só um bocadinho de carne, depois um pouco de arroz e ao terceiro dia o cachorro rejeita a ração. Ele tal como o cão adulto prefere SEMPRE a nossa comida, mas isso deve ser contrariado para seu próprio bem (Ver alimentação do cão adulto).

Nestes casos irremediáveis, pode arranjar-se uma solução de compromisso que o obrigue a ingerir a ração, que consiste por exemplo em misturá-la com massa e carne cozida partida aos bocadinhos. Mas antes tritura-se a ração numa picadora até se obter um pó do tipo pão ralado. Se não se fizer isto, o cachorro com extrema habilidade consegue escolher a massa e a carne e deixar a ração.

De qualquer modo, dar a penas ração constitui a solução ideal. É prático, seguro e fornece-se ao cachorro uma alimentação completa.

 

Regime alimentar

O número de refeições diárias vai diminuindo à medida que o cão cresce. Até aos seis meses de idade o cachorro precisa de três ou quatro refeições diárias. Depois reduz-se para três e já com cerca de um ano de idade passa a alimentar-se, por exemplo, à hora do almoço e à hora do jantar apenas.

Mas este esquema não é rígido. O regime alimentar deve ser calculado através de alguma sensibilidade do dono, que nem deve manter o cão esfomeado nem forçá-lo a comer.

 

Para orientação da quantidade aconselhada para cada refeição, existe uma indicação no exterior da embalagem da ração em função do peso e porte do animal que também deve ser ajustado pelo dono.

 

Se o cão não tiver apetite a uma refeição, não o force. Ele não vai morrer por isso. Mas também não se deve dar-lhe de comer sempre que ele pede. É importante estabelecer e cumprir o horário das refeições.

 

IMPORTANTE: Não dar banho a seguir à vacina

Não se deve dar banho durante pelo menos 15 dias, porque a grande maioria dos donos não sabe dar banhos a cachorros. Ou dão banho com água fria, ou deixam o bicho a secar por si mesmo, etc.
Ora como basta um simples resfriado para interferir na eficácia da vacina, é melhor jogar pelo seguro.
E de facto tem sentido, pois se o animal ficar constipado nesse periodo, o sistema inunitário vai andar a dividir esforços para arranjar imunidade para 2 agentes estranhos (vacina e constipação) quando seria de todo conveniente concentrar esforços na produção de anticorpos relativos á vacina, que é isso que interessa.
É por esta razão que um cachorro deve apenas ser vacinado quando não apresenta qualquer problema de saúde.
No entanto, desde que se respeitem os devidos cuidados, pode dar-se banho a cachorros com cerca de dois meses durante o programa de vacinação, sem qualquer problema.

 

IMPORTANTE: Durante toda a vida do cão é imprescindível manter ao seu dispor um recipiente com água fresca, isto é, mudada diariamente. Tanto o cachorro como o cão adulto bebem muita água, mesmo no inverno.

 

IMPORTANTE: Não variar a alimentação. Se dá apenas ração, mantenha o mesmo tipo e só mude quando ele atingir a idade de um ano. Se dá uma alimentação mista, mantenha sempre o mesmo tipo de alimento. Variar a alimentação prejudica-lhes a saúde (Ver alimentação do cão adulto).

 

NOTA FINAL: Estas indicações não têm carácter exaustivo e servem apenas de orientação.

Muitas recomendações feitas em relação ao cão adulto aplicam-se igualmente ao cachorro, pelo que é aconselhável visitar essa página.

 

Veja as fases de desenvolvimento do cachorro aqui

 

 

 

 

Manutenção
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Site criado em 25/11/2002

Esta página foi actualizada em 26-Jul-2012

Desenvolvido por Manuel Cabral • Porto

Contacto: whippet@netcabo.pt

Fotos: Kiko e um irmão em 2001 com 2 meses de idade

Foto do chinelo: Guga com três meses de idade

Fotografia e tratamento de imagem: M.Cabral

Quem tem um Whippet tem dois... tem três... ou mais...